Quem planta vento, colhe tempestades


A permanência dos sinistros em Nova York gerou mais alguns vídeos do momento que estamos vivendo; separei três que me parecem paradigmáticos:








No primeiro, temos mais um momento de revolta, acompanhado pelo deboche de quem se acha seguro e acima de tudo e todos. Particularmente não gosto de palavrões e agressões pessoais, mas tenho a impressão que aqui temos, acima tudo, a colheita do que foi plantado; ou seja, o comportamento das pessoas, que inclusive é o único tipo de contestação possível aos "sinistros", é perfeitamente entendível.

No segundo, temos o "iluministro" Barroso, com seu jeito de quem possui a verdade e que não deve satisfação ao vulgo, revelando, pelo uso do vocabulário da marginalidade, que na verdade ele só tem segurança de suas ideias entre quem já concorda com elas e que teme mais o clamor das ruas que qualquer outra coisa.

Por fim, Gilmar, confrontado com uma das consequências de seus atos, a relativização da honestidade como valor social, não apresenta nada mais que sua tradicional cara de sapo.

Os "reis estão nus".

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